RESENHA: Tygers of Pan Tang – “Hellbound, Spellbound – Live 1981” (Relançamento 2021)



Tygers of Pan Tang – “Hellbound, Spellbound – Live 1981”

Lançado originalmente em 21 de dezembro de 2018

Hellion Records – NAC. – 58min


Considerado pelos fãs o melhor álbum do Tygers of Pan Tang, “Spellbound” (1981) marcou a estreia do comunicativo vocalista John Deverill substituindo Jess Cox e do novato John Sykes (futuro integrante de Thin Lizzy, Whitesnake e Blue Murder) detonando na segunda guitarra. Da formação responsável pelo antecessor, “Wild Cat” (1980), permaneceram o guitarrista Robb Weir — hoje o último homem de pé do grupo —, o baixista Rocky e o baterista Brian “Big” Dick. 


Em 23 de abril de 1981, três meses após o lançamento de “Spellbound”, o Tygers subiu ao palco do Rock City em Nottingham para o segundo show da turnê do álbum. No começo do ano, a íntegra dessa apresentação chegou ao mercado brasileiro pela Hellion Records. Intitulado “Hellbound, Spellbound – Live 1981”, o CD traz as quinze faixas tocadas naquela noite, incluindo “Hellbound”, “Gangland”, “Euthanasia”, “Don’t Stop By” e “Rock and Roll Man”, que passadas quatro décadas permanecem no repertório ao vivo da banda.


No bis, os cinco tiram da manga uma versão anabolizada de “All or Nothing” do Small Faces. A letra, escrita por Steve Marriott (1947-1991) sobre o término com uma ex-noiva, poderia ter sido feita pelo Tygers sobre sua então gravadora, a MCA Records: “I thought you’d listen to my reason / But now I see, you don’t hear a thing”, canta Deverill, ainda leigo no negócio e esperançoso em relação a empurrões que nunca seriam dados; e cuja falta condenou a banda à série B da NWOBHM para sempre. 


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